Elas ganham menos, mas gastam mais com a famíliaPesquisa inédita realizada pela Fundação João Pinheiro mostra como homens e mulheres lidam com o orçamento doméstico e como o grau de escolaridade influencia suas decisões de consumo
Paula Takahashi -
Frederico Bottrel - Estado de Minas
Publicação: 21/03/2012 06:00Atualização: 21/03/2012 07:18
As famílias não são mais as mesmas, mas conhecidos hábitos de consumo de mães que não poupam em nome da casa e pais com gastos tidos como mais racionais ainda marcam a maneira como o dinheiro se transforma em educação, saúde ou habitação. Mesmo com famílias lideradas por mulheres ganhando, em média, 16% menos que aquelas chefiadas por homens, os gastos domiciliares são 18% maiores no primeiro caso. É o que mostra o primeiro Boletim PAD, estudo inédito da Fundação João Pinheiro, divulgado ontem. Os dados se baseiam na Pesquisa por Amostragem de Domícilios de Minas Gerais (PAD-MG), do Centro de Informações Estatísticas (CEI) da fundação.
Enquanto o total de gastos mensais médios per capita de famílias chefiadas por homens é de R$ 168,99, quando a palavra final é feminina esse número salta para R$ 199,36. Os domicílios comandados por eles ainda correspondem a 61,88% do total em Minas e a renda per capita média dessas famílias é de R$ 636,33. As casas chefiadas por mulheres têm renda per capita de R$ 533,92. "As mulheres focam mais nos gastos coletivos, ao contrário dos homens", avalia a pesquisadora em ciência e tecnologia da Fundação João Pinheiro Juliana Riani.
Na casa da professora universitária Cássia Torres de Carvalho, os números da Fundação João Pinheiro se traduzem nas prioridades de gastos. A mãe de Gabriel, de 17 anos, e de João, que acaba de completar 4, conta que, mesmo quando vivia com os pais dos meninos, sempre respondeu pela maior parte da renda em casa e o orçamento era moldado a esse gosto. Os gastos per capita com saúde, em famílias chefiadas por mulheres, ficam, em média, em R$ 107,21, contra R$ 90,27 na conta dos domicílios patriarcais, segundo a pesquisa.
"Recentemente, por exemplo, investimos em aparelho ortodôntico do mais velho e também trocamos os óculos dele. Talvez, se a decisão fosse de um homem, a prioridade seria investir em um carro", brinca. Segundo ela, "não adianta, a mãe está sempre em cima deles para ver se está faltando alguma coisa. E, como o dinheiro é meu, sou eu que defino como gasto". Outro ponto de destaque para orçamentos de famílias comandadas por elas é a educação. Os gastos per capita com educação de famílias chefiadas por mulheres ficam, em média, em R$ 71,07, contra R$ 64,95 nas chefiadas por homens.
A piadinha do carro tem respaldo estatístico. Os gastos com transporte particular estão entre aqueles priorizados em famílias comandadas por homens. Essas têm esses gastos per capita médios de R$ 21,38 ao mês com esse item, contra R$ 14,43 nas famílias chefiadas por mulheres. Construção e reparos de habitação e alimentação e bebidas fora de casa também são tópicos de destaque, com as mulheres gastando mais com o primeiro e os homens, com o segundo.
EQUILÍBRIO Mas em tempos de quebra de preconceitos, pelo menos na teoria, não é apenas o gênero do chefe (ou da chefa) da família que determina os gastos. Outro aspecto que conta bastante nesse caso são os anos de escolaridade dos pais. "Tanto eu quanto ela temos muita consciência da importância de gastos com saúde e educação. Por isso o peso que damos a isso é muito forte", conta Pedro Schettini, sobre a maneira como ele e a esposa, Priscila Schettini priorizam a educação do filho, Theo, e também os gastos com a saúde. "Mesmo sendo uma família cuja renda principal vem dele, temos uma conversa constante sobre como distribuir o orçamento", diz Priscila. Ele até concorda, mas completa: "Certamente, se a Priscila definisse sozinha como o nosso orçamento é distribuído, acredito que os gastos com lazer, por exemplo, seriam outros".
Gasto sobe com estudo
A escolaridade dos chefes de família também está entre os fatores determinantes para traçar o perfil de consumo dos mineiros. A análise da Fundação João Pinheiro focada nos resultados da Pesquisa por Amostragem de Domicílios de Minas Gerais (PAD-MG) mostra uma elevação dos dispêndios à medida que os anos dedicados ao estudo crescem. "O gasto tem forte relação com a renda", observa a pesquisadora em ciência e tecnologia da Fundação João Pinheiro Juliana Riani, ao relacionar a escolaridade a melhores cargos e, consequentemente, maiores proventos.
Até a conclusão do ensino fundamental, o equivalente a cerca de 11 anos de estudo, a ampliação das compras é gradual entre os itens apurados, que englobam habitação, construção, vestuário e artigos de higiene pessoal. Mas é entre aqueles que concluem o ensino médio e engrenam a graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado que o avanço do consumo se mostra mais acelerado.
Para ter uma ideia, se o chefe de família tem até 11 anos de estudo, os gastos por pessoa somam R$ 212,08. Esse valor mais que triplica quando a escolaridade supera os 11 anos, chegando a R$ 770,98. A alta mais expressiva nos gastos é verificada no item serviços domésticos, que salta de R$ 36,47 para R$ 220,54 por pessoa, mais de seis vezes superior. A habitação também ganha espaço expressivo, saindo de um dispêndio individual de R$ 7,34 ao mês para R$ 40,81 entre as famílias cujo chefe tenha mais de 11 anos de dedicação acadêmica.
A expansão do acesso a informações e ao mercado consumidor está entre as justificativas para esse comportamento, na avaliação do empresário e professor associado da Fundação Dom Cabral Eduardo Véras. "Um nível cultural mais elevado permite acesso a uma amplitude maior de informações, que desperta outros interesses", pondera. Para o especialista, o direcionamento do consumo está relacionado à "capacidade do indivíduo em perceber valor' nos produtos.
"O que justifica um tíquete elevado para aquisição não apenas de bens, mas também de um leque maior de serviços", acrescenta. Não é por acaso que a renda direcionada à recreação e cultura, item que inclui teatro, cinema e boates, sobe de R$ 6,52 para R$ 23,28 per capita, elevação de 257% se comparadas famílias cujo chefe tem menos de 11 anos de estudos e aquelas em que ele supera esse período de escolaridade.
Ale compra rede de combustíveis de PernambucoDistribuidora mineira volta às compras e fortalece presença no Nordeste. Empresa vai investir R$ 126 milhões este ano
Marinella Castro -
Vera Batista -
Publicação: 21/03/2012 06:00Atualização: 21/03/2012 07:30
Zara anuncia lucro de 1,932 bilhão de euros
AFP - Agence France-Presse
Publicação: 21/03/2012 07:52Atualização:
Enquanto o total de gastos mensais médios per capita de famílias chefiadas por homens é de R$ 168,99, quando a palavra final é feminina esse número salta para R$ 199,36. Os domicílios comandados por eles ainda correspondem a 61,88% do total em Minas e a renda per capita média dessas famílias é de R$ 636,33. As casas chefiadas por mulheres têm renda per capita de R$ 533,92. "As mulheres focam mais nos gastos coletivos, ao contrário dos homens", avalia a pesquisadora em ciência e tecnologia da Fundação João Pinheiro Juliana Riani.
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| Na família Schettini, o chefe, Pedro, é quem direciona o orçamento de Priscila e Theo |
"Recentemente, por exemplo, investimos em aparelho ortodôntico do mais velho e também trocamos os óculos dele. Talvez, se a decisão fosse de um homem, a prioridade seria investir em um carro", brinca. Segundo ela, "não adianta, a mãe está sempre em cima deles para ver se está faltando alguma coisa. E, como o dinheiro é meu, sou eu que defino como gasto". Outro ponto de destaque para orçamentos de famílias comandadas por elas é a educação. Os gastos per capita com educação de famílias chefiadas por mulheres ficam, em média, em R$ 71,07, contra R$ 64,95 nas chefiadas por homens.
A piadinha do carro tem respaldo estatístico. Os gastos com transporte particular estão entre aqueles priorizados em famílias comandadas por homens. Essas têm esses gastos per capita médios de R$ 21,38 ao mês com esse item, contra R$ 14,43 nas famílias chefiadas por mulheres. Construção e reparos de habitação e alimentação e bebidas fora de casa também são tópicos de destaque, com as mulheres gastando mais com o primeiro e os homens, com o segundo.
EQUILÍBRIO Mas em tempos de quebra de preconceitos, pelo menos na teoria, não é apenas o gênero do chefe (ou da chefa) da família que determina os gastos. Outro aspecto que conta bastante nesse caso são os anos de escolaridade dos pais. "Tanto eu quanto ela temos muita consciência da importância de gastos com saúde e educação. Por isso o peso que damos a isso é muito forte", conta Pedro Schettini, sobre a maneira como ele e a esposa, Priscila Schettini priorizam a educação do filho, Theo, e também os gastos com a saúde. "Mesmo sendo uma família cuja renda principal vem dele, temos uma conversa constante sobre como distribuir o orçamento", diz Priscila. Ele até concorda, mas completa: "Certamente, se a Priscila definisse sozinha como o nosso orçamento é distribuído, acredito que os gastos com lazer, por exemplo, seriam outros".
Gasto sobe com estudo
A escolaridade dos chefes de família também está entre os fatores determinantes para traçar o perfil de consumo dos mineiros. A análise da Fundação João Pinheiro focada nos resultados da Pesquisa por Amostragem de Domicílios de Minas Gerais (PAD-MG) mostra uma elevação dos dispêndios à medida que os anos dedicados ao estudo crescem. "O gasto tem forte relação com a renda", observa a pesquisadora em ciência e tecnologia da Fundação João Pinheiro Juliana Riani, ao relacionar a escolaridade a melhores cargos e, consequentemente, maiores proventos.
Até a conclusão do ensino fundamental, o equivalente a cerca de 11 anos de estudo, a ampliação das compras é gradual entre os itens apurados, que englobam habitação, construção, vestuário e artigos de higiene pessoal. Mas é entre aqueles que concluem o ensino médio e engrenam a graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado que o avanço do consumo se mostra mais acelerado.
Para ter uma ideia, se o chefe de família tem até 11 anos de estudo, os gastos por pessoa somam R$ 212,08. Esse valor mais que triplica quando a escolaridade supera os 11 anos, chegando a R$ 770,98. A alta mais expressiva nos gastos é verificada no item serviços domésticos, que salta de R$ 36,47 para R$ 220,54 por pessoa, mais de seis vezes superior. A habitação também ganha espaço expressivo, saindo de um dispêndio individual de R$ 7,34 ao mês para R$ 40,81 entre as famílias cujo chefe tenha mais de 11 anos de dedicação acadêmica.
A expansão do acesso a informações e ao mercado consumidor está entre as justificativas para esse comportamento, na avaliação do empresário e professor associado da Fundação Dom Cabral Eduardo Véras. "Um nível cultural mais elevado permite acesso a uma amplitude maior de informações, que desperta outros interesses", pondera. Para o especialista, o direcionamento do consumo está relacionado à "capacidade do indivíduo em perceber valor' nos produtos.
"O que justifica um tíquete elevado para aquisição não apenas de bens, mas também de um leque maior de serviços", acrescenta. Não é por acaso que a renda direcionada à recreação e cultura, item que inclui teatro, cinema e boates, sobe de R$ 6,52 para R$ 23,28 per capita, elevação de 257% se comparadas famílias cujo chefe tem menos de 11 anos de estudos e aquelas em que ele supera esse período de escolaridade.
Ale compra rede de combustíveis de PernambucoDistribuidora mineira volta às compras e fortalece presença no Nordeste. Empresa vai investir R$ 126 milhões este ano
Marinella Castro -
Vera Batista -
Publicação: 21/03/2012 06:00Atualização: 21/03/2012 07:30
Depois de dois anos sem ir às compras a distribuidora de combustíveis Ale retomou a política de aquisições, incorporando a Ello-Puma, rede de 86 postos sediada em Recife, Pernambuco. A última compra da empresa foi registrada em 2008, quando adquiriu as redes Repsol, com atuação nos estados do Sul e Sudeste do país, e a Polipetro, presente em Santa Catarina. Sem divulgar os valores do negócio, a empresa informou que a aquisição faz parte do seu plano estratégico que prevê investimentos na ordem de R$ 126 milhões este ano. Ainda em 2012 a Ale planeja avançar no mercado adquirindo mais 87 postos. O objetivo é fechar o ano atingindo a marca de 200 novas revendas.
O mercado nacional é dominado por quatro grandes empresas, BR (Petrobrás), Ipiranga, Raizen (Cosan e Shell) e a Ale distribuidora, que é a quarta maior do país. "O mercado de combustíveis se caracteriza pelo atacado e cada vez mais as pequenas tendem a ser absorvidas pelas maiores. Esse movimento da Ale mostra que a empresa não está parada, esperando ser comprada", diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).
Pelo plano de investimentos, a Ale vai ampliar em 30% a capacidade de sua base em Betim, além de inaugurar uma base em Guamaré, no Rio Grande do Norte, ainda em 2012. Motivaram a aquisição da rede sediada em Pernambuco o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da região, acima da média nacional, e projetos de peso, como a transposição do Rio São Francisco e a construção da Refinaria Abreu Lima, da Petrobras. "Com todos esses investimentos, há um crescimento do PIB e da renda, alavancando também o consumo de combustíveis que na região ganha benefícios logísticos", diz Cyro Souza, vice-presidente da ALE. Segundo o executivo, a empresa que passou por um período de acomodação, retomou a política de expansão. "Temos mais negócios previstos para este ano", garantiu.
Os postos adquiridos ontem estão localizadas em 60 cidades nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e também Sudeste. A maior concentração, perto de 75%, está em Pernambuco e Paraíba. Cerca de 5% do total de postos está em Minas Gerais, distribuídos pela Região Metropolitana de Belo Horizonte e interior do estado.
Eficiência O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz, diz que a escala traz maior eficiência, com redução de custos para as atividades que trabalham com o atacado. De acordo ele, mesmo com o grande peso dos gigantes, o mercado nacional deve ter espaço para as distribuidoras de menor porte. "Essas devem buscar escala na sua região de atuação. Para conseguir competir devem ter ação especializada em uma determinada área."
Com a aquisição, a ALE vai passar a comercializar e distribuir cerca de 8 milhões de litros de combustíveis a mais por mês. O fornecimento às revendas Ello-Puma e aos grandes consumidores (empresas de transporte de passageiros e de cargas, fazendas e embarcações), atendidos atualmente pela distribuidora pernambucana, será feito a partir das bases de armazenagem da ALE alocadas em diversos estados do país. A Ale possui uma rede de cerca de 1,8 mil postos em 22 estados brasileiros. Em 2011, o faturamento da companhia atingiu R$ 8 bilhões. A previsão para este ano é chegar a R$ 8,5 bilhões.
O mercado nacional é dominado por quatro grandes empresas, BR (Petrobrás), Ipiranga, Raizen (Cosan e Shell) e a Ale distribuidora, que é a quarta maior do país. "O mercado de combustíveis se caracteriza pelo atacado e cada vez mais as pequenas tendem a ser absorvidas pelas maiores. Esse movimento da Ale mostra que a empresa não está parada, esperando ser comprada", diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).
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| Negócio envolve 86 postos da Ello-Puma e marca retomada da expansão |
Os postos adquiridos ontem estão localizadas em 60 cidades nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e também Sudeste. A maior concentração, perto de 75%, está em Pernambuco e Paraíba. Cerca de 5% do total de postos está em Minas Gerais, distribuídos pela Região Metropolitana de Belo Horizonte e interior do estado.
Eficiência O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz, diz que a escala traz maior eficiência, com redução de custos para as atividades que trabalham com o atacado. De acordo ele, mesmo com o grande peso dos gigantes, o mercado nacional deve ter espaço para as distribuidoras de menor porte. "Essas devem buscar escala na sua região de atuação. Para conseguir competir devem ter ação especializada em uma determinada área."
Com a aquisição, a ALE vai passar a comercializar e distribuir cerca de 8 milhões de litros de combustíveis a mais por mês. O fornecimento às revendas Ello-Puma e aos grandes consumidores (empresas de transporte de passageiros e de cargas, fazendas e embarcações), atendidos atualmente pela distribuidora pernambucana, será feito a partir das bases de armazenagem da ALE alocadas em diversos estados do país. A Ale possui uma rede de cerca de 1,8 mil postos em 22 estados brasileiros. Em 2011, o faturamento da companhia atingiu R$ 8 bilhões. A previsão para este ano é chegar a R$ 8,5 bilhões.
Zara anuncia lucro de 1,932 bilhão de euros
AFP - Agence France-Presse
Publicação: 21/03/2012 07:52Atualização:
O grupo espanhol Inditex, líder na venda de roupas no mundo com a marca Zara, registrou um lucro líquido de 1,932 bilhão de euros em 2011, uma alta de 12% em ritmo anual, graças à estratégia de expansão internacional, sobretudo na Ásia.
No conjunto do ano fiscal encerrado em janeiro, o grupo registrou um volume de negócios de 13,793 bilhões de euros, com alta de 10%, enquanto ou resultado bruto operacional também teve alta de 10%, a 3,258 bilhões de euros.
O Inditex manteve em 2011 a política de abertura de lojas, que totalizam 5.527 em 82 países, sob as marcas Zara, Pull and Bear, Bershka ou Massimo Dutti.
A prioridade do grupo continua sendo a Ásia, onde das 483 lojas abertas ano passado 132 estavam na China. Japão, Coreia do Sul e Índia também receberam novas unidades.
O grupo está presente em cinco continentes. Em 2011 cinco novos países entraram para a lista: Austrália, Taiwan, Azerbaijão, África do Sul e Peru.
O plano para 2012 é manter o ritmo, com a abertura de entre 480 e 520 novas lojas.
No conjunto do ano fiscal encerrado em janeiro, o grupo registrou um volume de negócios de 13,793 bilhões de euros, com alta de 10%, enquanto ou resultado bruto operacional também teve alta de 10%, a 3,258 bilhões de euros.
O Inditex manteve em 2011 a política de abertura de lojas, que totalizam 5.527 em 82 países, sob as marcas Zara, Pull and Bear, Bershka ou Massimo Dutti.
Saiba mais...
Zara assina termo de ajuste de conduta com o Ministério Público do TrabalhoMPT proporá à Zara acordo já usado com usinas de canaGrife Zara adia assinatura de acordo para reparar danos por uso de trabalho escravoO grupo está presente em cinco continentes. Em 2011 cinco novos países entraram para a lista: Austrália, Taiwan, Azerbaijão, África do Sul e Peru.
O plano para 2012 é manter o ritmo, com a abertura de entre 480 e 520 novas lojas.
Bolsas asiáticas seguem em queda; HK perde 0,2%
AFP - Agence France-Presse
Publicação: 21/03/2012 08:16Atualização:
AFP - Agence France-Presse
Publicação: 21/03/2012 08:16Atualização:
A maioria dos mercados da Ásia fechou no campo negativo nesta quarta-feira, estendendo as perdas da véspera. As crescentes preocupações sobre a desaceleração da economia da China nortearam os investidores.
Este foi o caso na Bolsa de Hong Kong, que fechou no vermelho pelo quarto pregão seguido. O índice Hang Seng perdeu 31,61 pontos, ou 0,2%, e encerrou aos 20.856,63 pontos.
Já as Bolsas da China fecharam estáveis. O sentimento do investidor se enfraqueceu após o fundo de pensão nacional informar que não iria usar o grosso dos novos fundos sob a sua gestão para investir em ações. O índice Xangai Composto subiu apenas 0,1% e terminou aos 2.378,20 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu somente 0,1% e encerrou aos 971,93 pontos.
O yuan subiu ante o dólar, com vendas para realização de lucros. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,3229 yuans, de 6,3241 yuans ontem. O banco central fixou a taxa de paridade central em 6,3092 yuans, de 6,3029 yuans na véspera.
A Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou o dia em leve alta em uma sessão sem direção definida, com os investidores aguardando balanços de empresas chave. O índice Taiwan Weighted subiu 0,12% e terminou aos 7.981,94 pontos.
Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul fechou no vermelho, influenciada por declínios em empresas dos setores de aço, produtos químicos e tecnologia. O índice Kospi recuou 0,73% e terminou aos 2.027,23 pontos.
A Bolsa de Sydney, na Austrália, também encerrou em baixa, influenciada pelos comentários negativos sobre a China feitos na véspera pelas mineradoras BHP Billiton e Rio Tinto - que também afetaram o mercado global. O índice S&P/ASX 200 caiu 0,49% e fechou aos 4.254,25 pontos.
Pelo terceiro pregão seguido, a realização de lucros pesou na Bolsa de Manila, nas Filipinas, depois de o índice atingir recorde de pontuação na semana passada. O índice PSE caiu 1,3% e terminou aos 5.037,94 pontos.
A Bolsa de Cingapura fechou estável, acompanhando as demais regionais. O índice Straits Times subiu 0,1% e fechou aos 3.005,63 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, subiu 0,4% e fechou aos 4.036,23 pontos, com valorização da rupia e recuperação dos mercados europeus.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, subiu 0,9% e fechou aos 1.207,67 pontos, depois de o banco central rever a previsão do PIB para este ano.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, avançou 0,3% e fechou aos 1.582,53 pontos.
Este foi o caso na Bolsa de Hong Kong, que fechou no vermelho pelo quarto pregão seguido. O índice Hang Seng perdeu 31,61 pontos, ou 0,2%, e encerrou aos 20.856,63 pontos.
Já as Bolsas da China fecharam estáveis. O sentimento do investidor se enfraqueceu após o fundo de pensão nacional informar que não iria usar o grosso dos novos fundos sob a sua gestão para investir em ações. O índice Xangai Composto subiu apenas 0,1% e terminou aos 2.378,20 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu somente 0,1% e encerrou aos 971,93 pontos.
O yuan subiu ante o dólar, com vendas para realização de lucros. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,3229 yuans, de 6,3241 yuans ontem. O banco central fixou a taxa de paridade central em 6,3092 yuans, de 6,3029 yuans na véspera.
A Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou o dia em leve alta em uma sessão sem direção definida, com os investidores aguardando balanços de empresas chave. O índice Taiwan Weighted subiu 0,12% e terminou aos 7.981,94 pontos.
Na Coreia do Sul, a Bolsa de Seul fechou no vermelho, influenciada por declínios em empresas dos setores de aço, produtos químicos e tecnologia. O índice Kospi recuou 0,73% e terminou aos 2.027,23 pontos.
Saiba mais...
Bolsas europeias terminam em queda, preocupadas com crescimento mundialBolsas dos EUA mantêm o pessimismoBolsas da Ásia têm queda acentuada; HK perde 1,1%Pelo terceiro pregão seguido, a realização de lucros pesou na Bolsa de Manila, nas Filipinas, depois de o índice atingir recorde de pontuação na semana passada. O índice PSE caiu 1,3% e terminou aos 5.037,94 pontos.
A Bolsa de Cingapura fechou estável, acompanhando as demais regionais. O índice Straits Times subiu 0,1% e fechou aos 3.005,63 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, subiu 0,4% e fechou aos 4.036,23 pontos, com valorização da rupia e recuperação dos mercados europeus.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, subiu 0,9% e fechou aos 1.207,67 pontos, depois de o banco central rever a previsão do PIB para este ano.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, avançou 0,3% e fechou aos 1.582,53 pontos.
Bolsa de Tóquio cai 0,6% com temores sobre a China
Agência Estado
Publicação: 21/03/2012 08:17Atualização:
Agência Estado
Publicação: 21/03/2012 08:17Atualização:
No retorno após o feriado de ontem, a Bolsa de Tóquio fechou em queda. Os investidores venderam ações da Fanuc e de outras empresas sensíveis à China, com os temores sobre a desaceleração da economia chinesa. Já os papéis da Sumitomo Mitsui Trust Holdings levaram o segmento financeiro para baixo, após a notícia de que o governo japonês abriu investigação de "insider trading" em uma unidade da Sumitomo.
O Nikkei caiu 55,50 pontos, ou 0,6%, e terminou aos 10.086,49 pontos, após alta de 0,1% na sessão de segunda-feira - foi a primeira baixa do índice em seis sessões. O volume de negociações foi de 2,1 bilhões de ações.
Os principais índices caíram desde o início do pregão em meio a preocupações de uma desaceleração na economia chinesa. "Alguns investidores têm expectativas de que a China pode adotar uma política adicional de redução do aperto, mas a realidade é que as preocupações estão surgindo sobre as perspectivas econômicas do país em si", disse Kenichi Hirano, diretor operacional da Tachibana Securities.
A alta do euro em relação ao iene, para o maior patamar desde 31 de outubro, ajudou a limitar a queda das ações, afirmou Hideyuki Ishiguro, supervisor de estratégia de investimentos da Okasan Securities. O principal cenário do mercado para a China ainda é de um pouso suave, avaliou ele.
O Nikkei caiu 55,50 pontos, ou 0,6%, e terminou aos 10.086,49 pontos, após alta de 0,1% na sessão de segunda-feira - foi a primeira baixa do índice em seis sessões. O volume de negociações foi de 2,1 bilhões de ações.
Saiba mais...
Bolsa de Tóquio inicia a semana em ligeira alta de 0,1%A alta do euro em relação ao iene, para o maior patamar desde 31 de outubro, ajudou a limitar a queda das ações, afirmou Hideyuki Ishiguro, supervisor de estratégia de investimentos da Okasan Securities. O principal cenário do mercado para a China ainda é de um pouso suave, avaliou ele.
Concurso da Aeronáutica oferece 932 vagas para sargentos
Estado de Minas
Publicação: 21/03/2012 08:24Atualização:
Estado de Minas
Publicação: 21/03/2012 08:24Atualização:
A partir do dia 22 de março estarão abertas as inscrições para os concursos ao Estágio de Adaptação à Graduação de Sargento (EAGS-B 2013) e ao Estágio de Adaptação à Graduação de Sargento – modalidade especial – Eletrônica (EAGS-ME-BET 2013). No dia 28 de março começarão as inscrições para o concurso ao Curso de Formação de Sargentos (CFS-B 2013).
São 932 vagas distribuídas para o Curso e Estágio em 37 especialidades de nível médio e técnico. O candidato somente poderá fazer sua inscrição através da internet, no endereço www.eear.mil.br, até às 15h do dia 12 de abril (horário de Brasília/DF). A taxa de inscrição para cada um dos concursos é de R$ 60,00.
Para concorrer a uma vaga no Curso de Formação de Sargentos (CFS-B) o candidato deve possuir nível médio. O concurso é composto de Exame de Escolaridade (Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Matemática e Física), Inspeção de Saúde, Exame de Aptidão Psicológica, Teste de Avaliação do Condicionamento Físico e análise e conferência dos critérios exigidos e da documentação prevista para a matrícula no Curso. O Curso tem duração de dois anos.
Já os candidatos ao Estágio de Adaptação à Graduação de Sargentos (EAGS-B) precisam comprovar, no ato da matrícula, que possuem Ensino Médio – para os candidatos à especialidade de Música -, ou Curso Técnico (nível médio) - para os candidatos às demais especialidades. O concurso é composto de Exame de Escolaridade (Língua Portuguesa) e de Conhecimentos Especializados (relativos à especialidade a que concorre o candidato); Inspeção de Saúde; Exame de Aptidão Psicológica; Teste de Avaliação do Condicionamento Físico; Prova Prática da Especialidade; e análise e conferência dos critérios exigidos e da documentação prevista para a matrícula. O EAGS-B tem a duração aproximada de 21 semanas, já o EAGS-ME-BET tem duração de um ano. O Curso e Estágios são ministrados pela Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), em Guaratinguetá-SP. Mais informações no site www.fab.mil.br.
São 932 vagas distribuídas para o Curso e Estágio em 37 especialidades de nível médio e técnico. O candidato somente poderá fazer sua inscrição através da internet, no endereço www.eear.mil.br, até às 15h do dia 12 de abril (horário de Brasília/DF). A taxa de inscrição para cada um dos concursos é de R$ 60,00.
Para concorrer a uma vaga no Curso de Formação de Sargentos (CFS-B) o candidato deve possuir nível médio. O concurso é composto de Exame de Escolaridade (Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Matemática e Física), Inspeção de Saúde, Exame de Aptidão Psicológica, Teste de Avaliação do Condicionamento Físico e análise e conferência dos critérios exigidos e da documentação prevista para a matrícula no Curso. O Curso tem duração de dois anos.
Já os candidatos ao Estágio de Adaptação à Graduação de Sargentos (EAGS-B) precisam comprovar, no ato da matrícula, que possuem Ensino Médio – para os candidatos à especialidade de Música -, ou Curso Técnico (nível médio) - para os candidatos às demais especialidades. O concurso é composto de Exame de Escolaridade (Língua Portuguesa) e de Conhecimentos Especializados (relativos à especialidade a que concorre o candidato); Inspeção de Saúde; Exame de Aptidão Psicológica; Teste de Avaliação do Condicionamento Físico; Prova Prática da Especialidade; e análise e conferência dos critérios exigidos e da documentação prevista para a matrícula. O EAGS-B tem a duração aproximada de 21 semanas, já o EAGS-ME-BET tem duração de um ano. O Curso e Estágios são ministrados pela Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), em Guaratinguetá-SP. Mais informações no site www.fab.mil.br.


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