Brasil Not 22/03/2012
CGTP faz Muitissimo positivo até o momento da greve geral.
O balanço das primeiras horas da Greve Geral convocada para esta quinta-feira pela CGTP é "neste momento muitíssimo positivo", disse o secretário-geral da central sindical, Arménio Carlos.
"O balanço que fazemos é já neste momento muitíssimo positivo. Temos muita
adesão em muitas empresas de transportes públicos, temos uma adesão
significativa na área dos resíduos sólidos, temos uma participação muito grande
na área da saúde e constatamos que, neste momento, essa adesão está a subir
consideravelmente noutros setores", disse.
Segundo o secretário-geral da CGTP, neste momento já se verifica uma "forte adesão a esta greve geral".
Instado a fazer uma comparação entre a greve geral de hoje e a de 24 de novembro passado, organizada pelas duas centrais sindicais, Arménio Carlos defende que "tudo pode ser comparável, mas que a base de partida é completamente diferente".
"Nós neste momento temos cerca de um milhão e 170 mil pessoas que pura e simplesmente não têm emprego, temos dois milhões e 700 mil pessoas numa situação de pobreza. Isto, em termos gerais, de alguma forma já acontecia há uns meses atrás mas agora acentuou-se", sublinhou.
Mas, segundo os dados disponíveis até ao momento, Arménio Carlos garante que em alguns casos os níveis de adesão são superiores ao da greve anterior.
Arménio Carlos está a fazer uma longa direta. Levantou-se as 7 da manhã de quarta-feira, esteve durante a noite com piquetes de greve, voltou à sede da CGTP e foi direto para a ronda dos piquetes. Só vai parar às 23 horas de quinta-feira. Na prática, vai estar a pé 40 horas.
Segundo o secretário-geral da CGTP, neste momento já se verifica uma "forte adesão a esta greve geral".
Instado a fazer uma comparação entre a greve geral de hoje e a de 24 de novembro passado, organizada pelas duas centrais sindicais, Arménio Carlos defende que "tudo pode ser comparável, mas que a base de partida é completamente diferente".
"Nós neste momento temos cerca de um milhão e 170 mil pessoas que pura e simplesmente não têm emprego, temos dois milhões e 700 mil pessoas numa situação de pobreza. Isto, em termos gerais, de alguma forma já acontecia há uns meses atrás mas agora acentuou-se", sublinhou.
Mas, segundo os dados disponíveis até ao momento, Arménio Carlos garante que em alguns casos os níveis de adesão são superiores ao da greve anterior.
JN acompanha a primeira greve de Arménio Carlos como secretário-geral da CGTP
Arménio Carlos está a fazer uma longa direta. Levantou-se as 7 da manhã de quarta-feira, esteve durante a noite com piquetes de greve, voltou à sede da CGTP e foi direto para a ronda dos piquetes. Só vai parar às 23 horas de quinta-feira. Na prática, vai estar a pé 40 horas.
Chegou bem disposto, bem agasalhado para o frio da manhã junto ao rio.
Cumprimentou os elementos do piquete e fez os primeiros diretos para os
jornalistas.
À porta do arsenal do Alfeite ouviu algumas buzinadelas de incentivo de automobilistas. Depois atirou-se ao transito infernal nos acessos à ponte 25 de abril, mas para rumar a sul, à Auto Europa.
Arménio conduz um volkswagen golf, acompanhado pelo adjunto do gabinete.
"A concessionária tem direito a ser ressarcida dos custos e despesas em que incorreu" e que "à data de 31 de dezembro estavam contabilizados, de 264 milhões de euros", afirmou à Lusa o presidente executivo da Soares da Costa, António Castro Henriques.
O gestor salienta, no entanto, que o valor final pode ser superior, uma vez que "a simples passagem do tempo faz acrescer custos, nomeadamente de natureza financeira, há variações no mercado de taxa de juro e há contingências relacionadas com a quebra dos contratos e eventuais reclamações, que poderão fazer aumentar o valor".
António Castro Henriques afirmou que o Conselho de Administração do consórcio Elos, que também integra a Brisa e onde a Soares da Costa tem uma participação de 16,304%, "vai apreciar os fundamentos do acórdão do Tribunal de Contas" para depois decidir as ações a tomar, não excluindo, no entanto, recorrer da decisão.
O presidente executivo da Soares da Costa afirmou que confia que a empresa será capaz de, nos mercados externos, nomeadamente em Angola e Moçambique, "substituir esta perda por novos projetos".
"Esperamos conseguir angariar novos projetos que permitam substituir este volume de obra agora perdido em Portugal e que seria para executar nos anos 2013 a 2015", salientou.
À porta do arsenal do Alfeite ouviu algumas buzinadelas de incentivo de automobilistas. Depois atirou-se ao transito infernal nos acessos à ponte 25 de abril, mas para rumar a sul, à Auto Europa.
Arménio conduz um volkswagen golf, acompanhado pelo adjunto do gabinete.
TGV: Soares da Costa considera ter direito a receber 264 milhões
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| TGV |
"A concessionária tem direito a ser ressarcida dos custos e despesas em que incorreu" e que "à data de 31 de dezembro estavam contabilizados, de 264 milhões de euros", afirmou à Lusa o presidente executivo da Soares da Costa, António Castro Henriques.
O gestor salienta, no entanto, que o valor final pode ser superior, uma vez que "a simples passagem do tempo faz acrescer custos, nomeadamente de natureza financeira, há variações no mercado de taxa de juro e há contingências relacionadas com a quebra dos contratos e eventuais reclamações, que poderão fazer aumentar o valor".
António Castro Henriques afirmou que o Conselho de Administração do consórcio Elos, que também integra a Brisa e onde a Soares da Costa tem uma participação de 16,304%, "vai apreciar os fundamentos do acórdão do Tribunal de Contas" para depois decidir as ações a tomar, não excluindo, no entanto, recorrer da decisão.
O presidente executivo da Soares da Costa afirmou que confia que a empresa será capaz de, nos mercados externos, nomeadamente em Angola e Moçambique, "substituir esta perda por novos projetos".
"Esperamos conseguir angariar novos projetos que permitam substituir este volume de obra agora perdido em Portugal e que seria para executar nos anos 2013 a 2015", salientou.


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