Melhores dicas para um almoço ou jantar romantico.
Chale da Mata
O casarao antigo e o amplo salao externo impressionam pelo cuidado com o paisagismo e a ambiente confortavel , descolado e informal. Um viveiro de passaros silvestres ao centro embeleza a area externa e sensacao de estar proxima a natureza eh ainda maior com o riacho de aguas limpidas que vagarasamente passa aos fundos do restaurante..
O buffet no salao principal eh uma viagem gastronomica , oferecendo ao cliente uma imensa variedade de pratos quentes , saladas e sobremesas. A variedade de carnes e peixes te deixara com agua na boca. Carnes de boi recheadas , carne de porco , costela , torresmo , diversidade de linguicas , salmao , bacalhae e tilapia . O buffet de saladas tem queijos , deliciosos palmitos , kani e a tradicionail alface , tomate , ovo de codorna , salpicao e por ai afora .As sobremesas pareciam deliciosas , mas ficaram pra proxima. O valor por quilo eh obviamente mais caro do que outros restaurantes a quilo , mas a qualidade da comida e o ambiente acohedor fazem cada centavo valer a pena. R$ 40,00 / quilo.
Eh oferecido tb o servico a la carte com carnes especias como filet mignon e sobremesas especificas como Petit Gateu com sorvete ou o crème de Papya ou Manga com Cassis .
O restaurante tem sucos naturais , carta de vinho , caipirinhas e cervejas geladissimas . Brahma e Skol a R$ 5,60 e Original , Bohemia e Serra Malte a R$ 6, 50 . O baldinho com quatro garrafas de Bohemia sai por R$ 22,00. A backer de trigo long neck custa R$ 7,50 e a Backer Pilsen 600 ml custa R$ 6,95.
O atendimento eh uma arte a parte , desde a pessoa que na porta te entrega a comanda ate o pagamento de sua conta na saida , todos os funcionarios foram maravilhosos , atenciosos e solicitos.. Os atendentes caminham por entre as mesas constantemente sempre atentos as necessidades dos clientes , satisfazendo duvidas e relatando as novidades da casa ,deixando o cliente sempre a vontade para conhecer mais sobre a historia da restaurante que abriu as portas em 1996. . Atendentes de bem com a vida e ao que me pareceu felizes em seus trabalhos.
As sextas e Sabados tem feijoada e de terca a sexta a casa oferece um happy hour que inicia as 18:00 horas e se extende ate as 24:00 horas servindo refeicoes a la carte e porcoes . Uma opcaco interessante para grandes grupos eh o refeicao oferecida para 6 pessoas com escolha entre de frango ao molho pardo e galinhada entre outros.
Banheiros simples , espacosos e limpos , estacionamento pequeno em frente ao restaurante , mas ha muitas vagas na sossegada rua sem saida. Possui Wi-Fi.
A area de playgroung no salao externo eh uma otima ideia para poder curtir em familia.
Av Engenheiro Carlos Goulart, 1123
31 3378-7272
www.chaledamata.com.br
Dica: Variedade de peixes e carnes .
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Jantar, Almoçar, Happy hour, Famílias, Experiências gastronômicas, Realizar eventos pessoais
La Pasta Gialla! Uma bela casinha amarela, em uma rua bonitinha da Savassi. Porém, confessamos, carregávamos com a gente um certo preconceito. Essa história de franquia de restaurante… Hum, vai saber, hein!
A falta de indicação e o lugar sempre vazio também causa desconfiança. Sem contar que achamos também que o chef sempre dá o tom do lugar. É bom saber que ele está lá comandando sua brigada ou vê-lo passar pelas mesas. A ideia da franquia é de um “top chef”, o Sérgio Arno. O objetivo dele é oferecer comida genuinamente italiana com preços justos.
O ambiente é simples, mas aconchegante. O estilo é de uma cantina italiana, e até mesmo faz lembrar a famosa Casa dos Contos, que muitos belorizontinos adoram. Bonitas são as fotos de cidades mineiras que decoram o lugar. Porém, o que chama mesmo a atenção são os televisores que passam notícias de internet e propaganda. Mentalizem com a gente: você está lá, muito bem acompanhado, querendo criar aquele clima especial de uma noite romântica. Aí, a todo momento, você olha para a TV (porque ela chama atenção, mesmo que você tente abstrair) e vê que o preço da gasolina vai subir, que a saidinha de banco faz mais vítimas e que a violência do Rio de Janeiro está cada vez maior. Não dá, é desnecessário! Derruba qualquer amor que tiver no coração…
Mas vamos ao que interessa. O atendimento foi rápido. A casa não estava cheia. Cerca de seis mesas estavam ocupadas. O cardápio é muito grande, o que torna as escolhas mais difíceis e mostra como tem restaurantes que tentam abraçar o mundo de uma vez só. Uma coisa engraçada, pra não dizer bizzara, é que ao lado de cada prato tem umas uvinhas coloridas, indicando o tipo de vinho que harmoniza. Poderia até ser uma ideia interessante, desde que fosse melhor trabalhada.
Enfim, sem entrada, fomos logo ao prato principal. Um deles foi o risoto de frutos do mar (R$ 47). Risoto insosso, sem tempero e o pior: todos os frutos do mar estavam borrachudos. Sabe aquele pacotinho de paella que é vendido nos supermercados? O prato deve ter sido preparado com esse pacote. E deixaram cozinhar demais.
Já o outro eram medalhões de filé mignon ao molho de cogumelos mistos e creme de gorgonzola, acompanhado de tagliolini na manteiga e sálvia (R$ 47). Na foto dá pra ver que houve uma inversão: o acompanhamento era maior que o principal do prato. Poderíamos renomeá-lo para tagliolini com medalhão. A carne também estava sem tempero e fora do ponto pedido. O molho de gorgonzola era pouquinho e os cogumelos estavam tão bem escondidos que só deu pra achar alguns no prato. Inimaginável, mas a massa, simples como era, foi o melhor do prato.
Comparados com os preços dos demais restaurantes de BH, os preços estão no mesmo nível. O preço até poderia ser justo, como prega o idealizador, se tivesse mais qualidade. E se o que comemos foi genuinamente italiano, os bons italianos da cidade podem fechar, que eles estão no caminho errado.
Melhor seria se o La Pasta Gialla fosse aberto dentro de um shopping, onde as expectativas não vão muito além. E não se iluda com o peso do nome do Sérgio Arno. Se você busca ingredientes frescos e uma identificação com o chef do lugar, nem passe na porta.
Para finalizar, seguindo a sugestão dada pelo nosso leitor Cid Rangel, a partir de agora iremos acrescentar em todos os posts os endereços dos estabelecimentos, a começar por este de hoje.
http://2byfood.wordpress.com/
A falta de indicação e o lugar sempre vazio também causa desconfiança. Sem contar que achamos também que o chef sempre dá o tom do lugar. É bom saber que ele está lá comandando sua brigada ou vê-lo passar pelas mesas. A ideia da franquia é de um “top chef”, o Sérgio Arno. O objetivo dele é oferecer comida genuinamente italiana com preços justos.
O ambiente é simples, mas aconchegante. O estilo é de uma cantina italiana, e até mesmo faz lembrar a famosa Casa dos Contos, que muitos belorizontinos adoram. Bonitas são as fotos de cidades mineiras que decoram o lugar. Porém, o que chama mesmo a atenção são os televisores que passam notícias de internet e propaganda. Mentalizem com a gente: você está lá, muito bem acompanhado, querendo criar aquele clima especial de uma noite romântica. Aí, a todo momento, você olha para a TV (porque ela chama atenção, mesmo que você tente abstrair) e vê que o preço da gasolina vai subir, que a saidinha de banco faz mais vítimas e que a violência do Rio de Janeiro está cada vez maior. Não dá, é desnecessário! Derruba qualquer amor que tiver no coração…
Mas vamos ao que interessa. O atendimento foi rápido. A casa não estava cheia. Cerca de seis mesas estavam ocupadas. O cardápio é muito grande, o que torna as escolhas mais difíceis e mostra como tem restaurantes que tentam abraçar o mundo de uma vez só. Uma coisa engraçada, pra não dizer bizzara, é que ao lado de cada prato tem umas uvinhas coloridas, indicando o tipo de vinho que harmoniza. Poderia até ser uma ideia interessante, desde que fosse melhor trabalhada.
Enfim, sem entrada, fomos logo ao prato principal. Um deles foi o risoto de frutos do mar (R$ 47). Risoto insosso, sem tempero e o pior: todos os frutos do mar estavam borrachudos. Sabe aquele pacotinho de paella que é vendido nos supermercados? O prato deve ter sido preparado com esse pacote. E deixaram cozinhar demais.
Já o outro eram medalhões de filé mignon ao molho de cogumelos mistos e creme de gorgonzola, acompanhado de tagliolini na manteiga e sálvia (R$ 47). Na foto dá pra ver que houve uma inversão: o acompanhamento era maior que o principal do prato. Poderíamos renomeá-lo para tagliolini com medalhão. A carne também estava sem tempero e fora do ponto pedido. O molho de gorgonzola era pouquinho e os cogumelos estavam tão bem escondidos que só deu pra achar alguns no prato. Inimaginável, mas a massa, simples como era, foi o melhor do prato.
Comparados com os preços dos demais restaurantes de BH, os preços estão no mesmo nível. O preço até poderia ser justo, como prega o idealizador, se tivesse mais qualidade. E se o que comemos foi genuinamente italiano, os bons italianos da cidade podem fechar, que eles estão no caminho errado.
Melhor seria se o La Pasta Gialla fosse aberto dentro de um shopping, onde as expectativas não vão muito além. E não se iluda com o peso do nome do Sérgio Arno. Se você busca ingredientes frescos e uma identificação com o chef do lugar, nem passe na porta.
Para finalizar, seguindo a sugestão dada pelo nosso leitor Cid Rangel, a partir de agora iremos acrescentar em todos os posts os endereços dos estabelecimentos, a começar por este de hoje.
http://2byfood.wordpress.com/
Bom para: Casais, Jantar, Almoçar, Vinho, Happy hour

Sempre fui louca para conhecer o lugar mas por um motivo ou por outro acabava não indo...A visita da nossa querida amiga Vânia Garcia a BH foi a solução! Acontece que a Vânia é colecionadora dos pratos da Boa Lembrança e é claro que fomos acompanha-la na busca pelos de BH que ela ainda não tinha. O do Osteria era um deles.
É claro que a gente já sabia que o restaurante era super bacana mesmo estando localizado totalmente fora do circuito gastronômico de BH. Mesmo assim ficamos surpresos com a beleza do lugar. O gerente muito simpático nos atendeu muito bem e nos levou até uma mesa que dava para uma parede enorme cheia de pratos da Boa Lembrança. A Vânia até passou mal! Enquanto esperávamos pela comida aproveitamos para namorar aquela decoração linda, de muito bom gosto.
O único problema é que como estávamos em uma maratona para conseguir o maior número possível de pratos para a coleção da Vânia esse dia saímos de casa para almoçar em dois lugares. Dali seguiríamos para o Gomide, que eu adoro! Pedimos só dois pratos, éramos três. O Garçom nos informou que o prato não era muito grande e que dois não seriam suficiente para três pessoas. Explicamos para ele que estávamos apenas na primeira parte da nossa corrida e que se pedíssemos um prato para cada pessoa certamente teríamos que abortar o próximo passo, o Gomide. Essa não era uma opção! Precisávamos dividir mesmo e pronto!
Quando os pratos chegaram a mesa tivemos uma surpresa muito desagradável. Os pratos não foram separados na cozinha. O garçom colocou um na minha frente e outro na frente da Vânia. Para o Leo veio um prato gigantesco que mais parecia uma bandeja, muito maior do que o nosso, vazio! Perguntamos ao mesmo garçom se esse era o procedimento e ele disse que sim. Foi horrível! Tivemos que dividir os pratos na mesa, e o pior, ir colocando colheradas do delicioso Nhoque ao Molho Bolonhesa de Cordeiro naquela bacia enorme! Ninguém acreditava no que estava acontecendo.
O prato estava delicioso. Uma pena nosso paladar ter sido poluído pela atitude do garçom. Realmente adoramos a comida mas a cada garfada tinha um certo amargo provocado pela situação.
Na hora de ir embora o simpático gerente veio até a mesa se certificar de que havíamos tido uma boa experiência no lugar. Contamos para ele o ocorrido e foi a melhor coisa que fizemos. Percebemos a raiva em seus olhos quase saltaram para fora. Logo de início deu para perceber que a casa nunca aprovaria esse tipo de tratamento aos clientes e que a falta de respeito havia sido cem por cento por conta do garçom, que certamente nunca mais fará o mesmo com ninguém, é bem provável que tenha até perdido o emprego! O gerente nos pediu desculpas de uma maneira muito educada, usou sábias palavras que nos fizeram entender direitinho que aquela jamais seria a politica da casa.
Pode parecer estranho classificar um lugar com cinco estrelas depois de uma experiência como essa. O fato é que o lugar é mesmo maravilhoso e ficamos muito satisfeitos com a conduta do gerente. Seguimos para o Gomide felizes com os lindos pratos nas mãos.
Na primeira oportunidade voltarei com o Leo ao Osteria pois tenho certeza de que seremos muito bem recebidos e poderemos saborear a comida sem aquele peso no ar. Parabéns ao gerente!
É claro que a gente já sabia que o restaurante era super bacana mesmo estando localizado totalmente fora do circuito gastronômico de BH. Mesmo assim ficamos surpresos com a beleza do lugar. O gerente muito simpático nos atendeu muito bem e nos levou até uma mesa que dava para uma parede enorme cheia de pratos da Boa Lembrança. A Vânia até passou mal! Enquanto esperávamos pela comida aproveitamos para namorar aquela decoração linda, de muito bom gosto.
O único problema é que como estávamos em uma maratona para conseguir o maior número possível de pratos para a coleção da Vânia esse dia saímos de casa para almoçar em dois lugares. Dali seguiríamos para o Gomide, que eu adoro! Pedimos só dois pratos, éramos três. O Garçom nos informou que o prato não era muito grande e que dois não seriam suficiente para três pessoas. Explicamos para ele que estávamos apenas na primeira parte da nossa corrida e que se pedíssemos um prato para cada pessoa certamente teríamos que abortar o próximo passo, o Gomide. Essa não era uma opção! Precisávamos dividir mesmo e pronto!
Quando os pratos chegaram a mesa tivemos uma surpresa muito desagradável. Os pratos não foram separados na cozinha. O garçom colocou um na minha frente e outro na frente da Vânia. Para o Leo veio um prato gigantesco que mais parecia uma bandeja, muito maior do que o nosso, vazio! Perguntamos ao mesmo garçom se esse era o procedimento e ele disse que sim. Foi horrível! Tivemos que dividir os pratos na mesa, e o pior, ir colocando colheradas do delicioso Nhoque ao Molho Bolonhesa de Cordeiro naquela bacia enorme! Ninguém acreditava no que estava acontecendo.
O prato estava delicioso. Uma pena nosso paladar ter sido poluído pela atitude do garçom. Realmente adoramos a comida mas a cada garfada tinha um certo amargo provocado pela situação.
Na hora de ir embora o simpático gerente veio até a mesa se certificar de que havíamos tido uma boa experiência no lugar. Contamos para ele o ocorrido e foi a melhor coisa que fizemos. Percebemos a raiva em seus olhos quase saltaram para fora. Logo de início deu para perceber que a casa nunca aprovaria esse tipo de tratamento aos clientes e que a falta de respeito havia sido cem por cento por conta do garçom, que certamente nunca mais fará o mesmo com ninguém, é bem provável que tenha até perdido o emprego! O gerente nos pediu desculpas de uma maneira muito educada, usou sábias palavras que nos fizeram entender direitinho que aquela jamais seria a politica da casa.
Pode parecer estranho classificar um lugar com cinco estrelas depois de uma experiência como essa. O fato é que o lugar é mesmo maravilhoso e ficamos muito satisfeitos com a conduta do gerente. Seguimos para o Gomide felizes com os lindos pratos nas mãos.
Na primeira oportunidade voltarei com o Leo ao Osteria pois tenho certeza de que seremos muito bem recebidos e poderemos saborear a comida sem aquele peso no ar. Parabéns ao gerente!
Dica: O Lugar é lindo e super romântico, ótima pedida para casais!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Vinho
O Café do Museu fica localizado no mezanino do Museu Histórico Abílio Barreto, com vista para o jardim. O lugar é lindo!!! Todo envidraçado e a meia luz. O ambiente é super romântico e aconchegante, muito agradável mesmo. Perfeito para namorar ou curtir com os amigos. As terças tem Bossa Nova ao vivo e na quinta é a vez do Jazz. Super bacana.
O cardápio é legal. Para petiscar pedimos o carpaccio com molho de alcaparras, estava muito bom! As opções de prato principal são boas, as descrições são de dar água na boca. Depois de muito tempo tentando escolher um decidimos pedir o linguado com manteiga de ervas e risotto de limão. Não demos muita sorte. O risotto estava bem gostoso mas o linguado passou do ponto e virou uma pasta. Quando chamamos a garçonete para explicar ela insistiu que não havia nada de errado. Só concordou em trocar o prato depois que sugerimos a ela que pedisse ao chef para experimentar. Ficamos com o risotto esfriando no prato até o linguado chegar. Dai ficou jóia, o segundo estava uma delícia.
O atendimento precisa melhorar. Falta simpatia e boa vontade. A impressão que se tem é de que a equipe só é legal com os próprios amigos, muito estranho. Apesar disso o lugar é tão lindo e agradável que vale a pena conhecer e continuar frequentando. Quem sabe um dia o resto fica bom também...Se isso acontecer vou virar fã de carteirinha!
A casa funciona de terça a domingo para almoço e jantar. Não possui estacionamento próprio mas a noite dá pra parar na rua.
O cardápio é legal. Para petiscar pedimos o carpaccio com molho de alcaparras, estava muito bom! As opções de prato principal são boas, as descrições são de dar água na boca. Depois de muito tempo tentando escolher um decidimos pedir o linguado com manteiga de ervas e risotto de limão. Não demos muita sorte. O risotto estava bem gostoso mas o linguado passou do ponto e virou uma pasta. Quando chamamos a garçonete para explicar ela insistiu que não havia nada de errado. Só concordou em trocar o prato depois que sugerimos a ela que pedisse ao chef para experimentar. Ficamos com o risotto esfriando no prato até o linguado chegar. Dai ficou jóia, o segundo estava uma delícia.
O atendimento precisa melhorar. Falta simpatia e boa vontade. A impressão que se tem é de que a equipe só é legal com os próprios amigos, muito estranho. Apesar disso o lugar é tão lindo e agradável que vale a pena conhecer e continuar frequentando. Quem sabe um dia o resto fica bom também...Se isso acontecer vou virar fã de carteirinha!
A casa funciona de terça a domingo para almoço e jantar. Não possui estacionamento próprio mas a noite dá pra parar na rua.
Dica: Um vinhozinho combina muito com o lugar, a carta tem boas opções.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Vinho
Antigamente a moda era ir ao Xodó nos finais de tarde ou começo de noite dos domingos e por lá permanecíamos até não mais que 22 horas, após ter comido um misto quente com refrigerante e, no máximo, um sundae ou uma banana split. Hoje se vai às praças de alimentação dos shoppings nestes finais de tarde. Como o poder aquisitivo da classe média aumentou e como a alimentação baixou de preço, come-se muito mais. E sofistica-se também mais para permitir que gastemos mais e melhor nosso dinheiro.
Para não ficar tão claro que eu estava numa praça de alimentação, refugiei-me no Café do Museu do Pátio Savassi que fica em um corredor longe do burburinho. Tanto neste endereço como endereço primitivo – Museu Abílio Barreto – este café é mais um restaurante que um café, pois servem entradas, saladas, pratos quentes, bebidas (vinhos, cervejas, whisques e espumantes) e sobremesas como um restaurante comum, além dos sanduíches e bebidas quentes (cafés e chocolates) e refrigerantes de uma cafeteria.
O cardápio varia constantemente e os pratos ocasionais são informados a giz na parede. Várias pessoas comiam os pratos quentes: Risotto, Filet ao molho de Jabuticaba, etc., enquanto outras comiam sanduíches ou tortas, apenas.
Eu e Cristina, parcimoniosamente, comemos um sanduíches de Presunto Parma com Ragu de Champignon de Paris (R$17,50), uma Tarte Tastin (torta invertida de maçã) com sorvete de canela (R$12,00), um Café 3 Cremes (Cappuccino, Chocolate amargo e chantilly) a R$7,50, uma água e um refrigerante. Deixamos lá R$45,00.
Pessoalmente prefiro um bom pão francês a estes pães massudos que estão na moda. A calda da sobremesa teve que ser separada, pois estava muito doce, mas a maçã invertida (?) e o sorvete de canela compensaram. Não consegui reconhecer gosto de café no café, era açúcar e chocolate. Pedi mal, o correto seria um expresso simples.
Não reclamo. É uma forma de viver no tempo real.
Para não ficar tão claro que eu estava numa praça de alimentação, refugiei-me no Café do Museu do Pátio Savassi que fica em um corredor longe do burburinho. Tanto neste endereço como endereço primitivo – Museu Abílio Barreto – este café é mais um restaurante que um café, pois servem entradas, saladas, pratos quentes, bebidas (vinhos, cervejas, whisques e espumantes) e sobremesas como um restaurante comum, além dos sanduíches e bebidas quentes (cafés e chocolates) e refrigerantes de uma cafeteria.
O cardápio varia constantemente e os pratos ocasionais são informados a giz na parede. Várias pessoas comiam os pratos quentes: Risotto, Filet ao molho de Jabuticaba, etc., enquanto outras comiam sanduíches ou tortas, apenas.
Eu e Cristina, parcimoniosamente, comemos um sanduíches de Presunto Parma com Ragu de Champignon de Paris (R$17,50), uma Tarte Tastin (torta invertida de maçã) com sorvete de canela (R$12,00), um Café 3 Cremes (Cappuccino, Chocolate amargo e chantilly) a R$7,50, uma água e um refrigerante. Deixamos lá R$45,00.
Pessoalmente prefiro um bom pão francês a estes pães massudos que estão na moda. A calda da sobremesa teve que ser separada, pois estava muito doce, mas a maçã invertida (?) e o sorvete de canela compensaram. Não consegui reconhecer gosto de café no café, era açúcar e chocolate. Pedi mal, o correto seria um expresso simples.
Não reclamo. É uma forma de viver no tempo real.
Bom para: Ir com amigos
Preço
$$ De R$26 até R$50
$$ De R$26 até R$50
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
No Café do Museu já tive ótimas experiências gastronômicas e duas bem ruins. Ruins a ponto de pensar se não teria valido a pena trocar o prato. Mas essa é uma operação chata e demorada, principalmente quando se está num clima romântico. O lugar é muito agradável. Depois do almoço, vale a pena um passeio pelo museu que tem sempre algo interessante, apesar do modesto acervo.
Penso em voltar lá, mas antes de pedir um prato vou conversar com o responsável pela cozinha.
Não pense que as atendentes estão de mau humor. Certamente elas não são orientadas a exibir aquele detestável sorriso comercial.
Penso em voltar lá, mas antes de pedir um prato vou conversar com o responsável pela cozinha.
Não pense que as atendentes estão de mau humor. Certamente elas não são orientadas a exibir aquele detestável sorriso comercial.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar
Ambiente
Comida
Atendimento
Custo-benefício
O Café do Museu no Pátio Savassi nem se compara ao do Museu Abílio Barreto, mas tem algumas características interessantes que conferem um pouquinho de charme ao espaço. A little bit...
O que se encontra por lá: um público jovem de mocinhas que aprecia comidinhas de café (acreditamos que educação gastronômica começa cedo!), a localização (dentro do shopping, na Av. do Contorno), um cardápio rapidinho de guloseimas doces irresistíveis, o atendimento cortês (e olha que fomos pouco depois das 21h30 e ninguém estava de cara feia). Só por isso, já vale conhecer. Como dizem as meninas: "tipo assim, da próxima vez que estiver esperando a sessão de cinema".
Estávamos com fome e confiamos na "cozinha bistrô. Arrependemos. As massas não estavam gostosas como sugeriam seus nomes". Que putanesca!
Dica para quem for: os lanches são bons. Os doces, boníssimos! Vale um café de arremate.
O que se encontra por lá: um público jovem de mocinhas que aprecia comidinhas de café (acreditamos que educação gastronômica começa cedo!), a localização (dentro do shopping, na Av. do Contorno), um cardápio rapidinho de guloseimas doces irresistíveis, o atendimento cortês (e olha que fomos pouco depois das 21h30 e ninguém estava de cara feia). Só por isso, já vale conhecer. Como dizem as meninas: "tipo assim, da próxima vez que estiver esperando a sessão de cinema".
Estávamos com fome e confiamos na "cozinha bistrô. Arrependemos. As massas não estavam gostosas como sugeriam seus nomes". Que putanesca!
Dica para quem for: os lanches são bons. Os doces, boníssimos! Vale um café de arremate.
Dica: Comidinhas de café, literalmente.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Tomar café-da-manhã, Vinho
Preço
$$ De R$26 até R$50
$$ De R$26 até R$50
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Café do Museu é um lugar super romântico, ótimo para se comemorar datas especiais a dois. O ambiente é bastante agradável, a região bonita. A única desvantagem é que o preço é bem salgado
Bom para: Casais, Jantar, Tomar café-da-manhã


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